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Tabagismo mata mais de 8 milhões no mundo e agrava com a Covid-19

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O tabagismo mata mais de 8 milhões de pessoas por ano em todo o mundo, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). A doença, que já é perigosa, potencializa-se num mundo mergulhado na pandemia da Covid-19.

Um estudo do periódico Clinical Epidemiology aponta que fumantes com menos de 69 anos têm maior risco de infecção pelo coronavírus. Já os fumantes mais velhos têm duas vezes mais chances de morrer que os nunca fumantes.

“Já não existe qualquer benefício no consumo de cigarros. Pior ainda é quando esse hábito se associa a uma doença como a Covid-19, que ataca violentamente os pulmões. Pacientes com doenças pulmonares agravadas pelo tabagismo, entre elas bronquite crônica e enfisema pulmonar, correm ainda mais riscos”, ressalta o pneumologista Elias Ribeiro.

De acordo com ele, a vantagem em relação ao cigarro é não fumar. E, mesmo assim, há controvérsias: dados da OMS apontam que cerca de 1,2 milhão de mortes são de não-fumantes, ou seja, os “fumantes passivos”.

A lista de doenças surgidas ou potencializadas pelo tabagismo é grande. Mas, não afeta apenas quem fuma. Isso porque o custo do tabagismo para os cofres públicos é grande: R$ 50,3 bilhões em 2020 ao Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer).

Já o valor que se perde por conta das doenças e mortes da população, principalmente a economicamente ativa, chega a R$ 42,4 bilhões. Não compensa o custo: a arrecadação de impostos referentes ao tabaco cobre apenas 10% desse custo. “É preciso combater o tabagismo para evitar muitas doenças pulmonares”, ressalta Elias.

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