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Aproximação de Leprevost com o PT arrisca eleição em Curitiba

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O apoio de partidos historicamente ligados ao PT pode ser um declínio na campanha de Ney Leprevost (PSD), uma semana antes do segundo turno em Curitiba. Com uma reta final mais agressiva, Leprevost perdeu quatro pontos em relação à pesquisa anterior e agora aparece tecnicamente empatado com Rafael Greca (PMN) que disputa a prefeitura para uma terceira gestão.

Ney Leprevost tem buscando alavancar o seu apoio ou pelo menos manter a estratégia da disputa se esquivando dos ataques do adversário e desconversando sobre assuntos polêmicos, como as doações que ele recebeu para sua campanha de deputado estadual em 2014, que foram feitas por grupos ligados ao pedágio.

Com um momento de descredibilização dos partidos da esquerda-radical brasileira, o PCdoB não é a melhor sigla para se aparecer ao lado nessas eleições, mas no caso de Ney a aliança está explícita. O candidato do PSD consegue ainda angariar alguns simpatizantes da campanha de Fruet, que precisam ter algum “apoio” durante a legislatura.

É o caso do vereador eleito Cristiano Santos (PV), partido do candidato a vice de Gustavo Fruet no primeiro turno, o vereador Paulo Salamuni, e do ex-deputado Roberto Aciolli que responde criminalmente por homicídio, e recentemente foi declarado inidôneo pelo Tribunal de Contas do Estado (TCU) por desvio de dinheiro público – vale ressaltar ainda que Santos é filho de Aciolli.

Nos últimos dias de campanha é o caso de Ney Leprevost reconsiderar seus apoios e estar atento a sua ligação com o PT, já que no seu programa eleitoral, Ney disse estar em protestos contra o governo Dilma.

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