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Comunidade questiona falta de transparência na revisão do Plano Diretor de Londrina

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LONDRINA – Uma série de audiências públicas estão sendo realizadas na cidade para discutir o futuro de Londrina. Isto é, a revisão do Plano Diretor da cidade, tão necessário para organizar o crescimento e pensar a cidade no futuro. O Plano Diretor é basicamente todas as regras que compõe a constituição do município e suas características: Onde é zona rural, onde é zona urbana, comercial, industrial e etc; bem como define onde pode construir e como as construções devem ser, tal qual altura, dependendo de cada região.

O problema é que essa revisão importantíssima está sendo desenvolvida pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (IPPUL) sem a devida atenção que o tema deveria ser tratado. A comunidade está tendo dificuldade em acessar informações, e justifica que o Instituto excluiu da internet, os mapas do plano diretor em vigor, dificultando estudos e comparações entre as propostas.

O advogado Ricardo Maruch acompanha as audiências desde que elas começaram. Ele comentou pontos de divergência, e lamentou a falta de estudos ambientais e econômicos. “O Projeto não apresenta proposta de fomento ao crescimento, não apresenta direção para a solução da questão industrial e pior cria uma barreira na Zona Sul onde as propriedades voltam a ser rural, com exceção de uma, o que é errado em qualquer cidade do planeta. As pessoas têm filhos, que precisam mercado de trabalho e moradia, não se pode obstruir o crescimento de uma cidade com a história de Londrina”, disse Maruch em entrevista publicada pelo jornalista Claudio Osti, do blog Paçoca com Cebola.

Maruch também questionou a falta de transparência das discussões: “A transparência não existe, o IPPUL tirou do site os mapas do plano em vigor assim ninguém pode fazer estudo comparado com a lei que vigora hoje, é covardia isto. Além do que as audiências públicas foram publicadas no Diário Oficial da cidade. Conhece alguém que abra o Diário Oficial para ver notícias? Mal direcionado, em audiência pública foi negado informação a delegado do Conselho Municipal da Cidade antes da votação, muita covardia tanta que dá outras impressões”, afirmou o advogado na crítica ao IPPUL.

Outra questão abordada foi o aumento da arrecadação e a importância do desenvolvimento industrial, além do crescimento horizontal da cidade para outras regiões: “Os pontos principais de divergência residem exatamente na cidade que queremos, já que não podemos ter a de Platão temos como dever procurar melhorar as coisas e criar circunstâncias de desenvolvimento. Pois não tenha dúvidas que se não tivermos arrecadação com o comércio e a indústria logo vem aumento de IPTU, o que as entidades querem é gestão sem casuísmo. Por que só uma propriedade é liberada para construir? Este projeto cretino quer impedir o crescimento horizontal da cidade, então como ficará o trânsito daqui há três anos se apenas construirmos prédios?” finalizou.

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