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Deputado defende que Estado utilize serviços da Sercomtel

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Para o deputado Cobra Repórter, medida ajudaria na recuperação da Sercomtel – Foto: Divulgação

Desde maio deste ano, quando a Agência Reguladora de Telecomunicações passou a monitorar a situação financeira da Sercomtel Telecomunicações, o deputado Cobra Repórter tem buscado soluções para a empresa que deixe a situação difícil e passe a operar no vermelho. Na última quarta, 24, a Anatel que decidiu pela instauração de processo para a apuração, em caráter definitivo, da capacidade econômico-financeira da empresa para manter a prestação do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC).

Depois de um detalhado estudo realizado por sua assessoria, o deputado Cobra Repórter enviou ao presidente da Sercomtel, Luiz Carlos Ihity Adati, no dia 07 de junho de 2017, por meio do Ofício nº 0251/2017-GPDCR, sugestão para que fossem tomadas medidas jurídicas que permitissem que os órgãos da administração direta e indireta do Estado utilizassem os serviços da Sercomtel.

A sugestão foi feita, de acordo com Cobra Repórter, baseada no Decreto Federal nº 8135, de 04 de novembro de 2013, que permite Governo Federal para dispensar a TELEBRAS de licitação. “Se a Copel, órgão do governo do Estado, é sócia da Sercomtel, nada mais justo do que o Estado se utilizar dos seus serviços. Em 2016, o Governo do Estado gastou com telecomunicações (internet/fixo/móvel) R$ 41.655.068,85 e para 2017 a previsão é de R$ 47.498.135,77”, informa o deputado.

Segundo o deputado essa medida, que precisaria da elaboração de normas governamentais, permitiria a recuperação da Sercomtel. “Se todos os órgãos da administração pública, como escolas, hospitais, unidades de saúde, delegacias, poderes públicos, como legislativo e judiciário, câmaras municipais e prefeituras contratassem a Sercomtel, ela seria uma das maiores do Brasil. Há capacidade técnica para isso”, destaca Cobra Repórter.

Este assunto já foi tratado com o prefeito Marcelo Belinati em reunião com grupo de parlamentares e na última segunda-feira, 21, com, o presidente da Copel, Antônio Guetter.

“Estamos buscando de todas as formas uma solução que possa permitir à companhia a recuperação econômica para que ela não cause prejuízos aos cidadãos que utilizam seus serviços, ao Município de Londrina e ao Estado do Paraná”, conclui o deputado.

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