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Londrina tem risco de epidemia de dengue

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DIÁRIO 24H
LONDRINA

A Secretaria de Saúde de Londrina apresentou na manhã desta quarta-feira (29) o resultado do 4º Levantamento Rápido de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) da cidade em 2017. De acordo com a pesquisa, realizada em 8.823 locais, a cada 100 casas vistoriadas pelos agentes de endemias mais de quatro estavam com focos positivos do mosquito. O índice geral ficou em 4,3%, o que sinaliza situação de risco epidemiológico. Este é o maior número apresentado para um último levantamento desde 2014. A estatística anterior, de julho/agosto, foi de 0,5%. O estudo foi realizado de 6 a 11 de novembro.

Para Felippe Machado, secretário de Saúde, o índice é alto, mas, em razão do grande volume de chuva registrado na cidade nas últimas semanas, dentro do esperado. “Vamos manter os trabalhos educativos e intensificar as ações nos locais com maiores índices de proliferação do mosquito. Também continuaremos com as vistorias nos imóveis, mas a população precisa de engajar no combate ao mosquito”, destacou.

A região com maior índice de infestação é a norte – são 5,20% dos imóveis com focos positivos. Em seguida vem a leste (4,73%), centro (4,51%), sul (4,05%) e oeste (2,59%). Já os locais que apresentam os maiores focos de proliferação do mosquito são o Eucaliptos (38%), Chácara São Miguel (37%), Royal Golf (30%), Parigot de Souza (24%), Parque Industrial Germano Balan (21%), Petrobras (21%), Vila Casoni (15%), Jardim Rosicler (15%), Jardim Oriente (14%) e Parque das Indústrias Leves (14%).

A maioria dos focos de mosquito estava nos quintais dos imóveis, intradomiciliar e em terrenos baldios em objetos como vasos de plantas, lixo e recipientes inadequados com água.

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