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Operação contra a aplicação irregular de agrotóxicos resulta em R$ 2,7 milhões em multas no norte do Paraná

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O Ministério Público do Paraná (MP-PR) divulgou no fim da tarde desta sexta-feira (24) o resultado da Operação Deriva 2 deflagrada na útlima segunda-feira (20) para combater a aplicação irregular de agrotóxicos. De acordo com os dados divulgados, a operação resultou em R$ 2,7 milhões em multas no norte do estado.

A tarefa foi realizada simultaneamente no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, com a participação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar).

Segundo o balanço final, foram apreendidas 15 aeronaves agrícolas pelo Ibama, que também embargou seis empresas e notificou outras 17. Houve também a apreensão de 22 quilos de agrotóxicos.

As apreensões e multas ocorreram em Londrina, Primeiro de Maio, Cornélio Procópio, São João do Ivai, Sertaneja, Sertanópolis, Presidente Castelo Branco, Miraselva, Jaguapitã, todos municípios localizados no norte do Paraná.

A ausência de licenciamento ambiental, o depósito irregular de agrotóxicos e a destinação irregular de embalagens vazias, são alguns dos problemas encontrados pelo Ibama.

Entre as aeronaves apreendidas, a Anac notificou 13 com impedimento para operar e outra foi interditada. As irregularidades verificadas foram problemas na identificação, equipamentos vencidos, sem registro, ou inoperantes (inclusive de segurança), falta de documentos obrigatórios e ausência de manutenção obrigatória de equipamentos.

Conforme divulgado, a Adapar emitiu seis autos de infração (no valor de até R$ 9.960,00) e nove termos de fiscalização e notificação. Os motivos foram a prestação de serviços de aplicação de agrotóxicos sem registro e irregularidades nas guias de aplicação.

A ação no Paraná foi coordenada pelos Centros de Apoio Operacionais às Promotorias de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo e de Direitos Humanos.

Para o promotor de Justiça Alexandre Gaio, a operação conjunta cumpriu os objetivos e demonstrou a necessidade de continuidade das fiscalizações frente à quantidade de irregularidades confirmadas nas empresas aeroagrícolas de pulverização com agrotóxicos.

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