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Semáforos inteligentes forçam mudança de comportamento de motoristas londrinenses

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Em Londrina, no norte do Paraná, os sete semáforos inteligentes, instalados para ajudar o fluxo de veículos nas avenidas mais movimentadas, ainda são novidade à população. O mecanismo, que é acionado quando o carro estaciona em cima de um sensor, identificado por uma faixa azul, permite que a circulação nas vias mais carregadas ocorra sem interrupções.

Segundo a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), quando um condutor se aproxima da faixa de retenção na rua de menor tráfego em um cruzamento, a via é bloqueada. Se o sensor não for acionado, o semáforo continua vermelho. Para facilitar a orientação quanto ao novo equipamento, a CMTU está sinalizando o asfalto com tinta azul e com placas com os dizeres “Semáforo inteligente: pare na faixa azul para ativá-lo”.

Em entrevista à Paiquerê, Hemerson Pacheco, diretor da companhia, afirmou que “a colocação das placas é justamente para dar mais notoriedade e esclarecer ao usuário qual a função do dispositivo”. Ele explicou que o intuito do sensor é contemplar a passagem de quem está numa via quase sem movimento, e acrescentou que a CMTU prevê a instalação de mais semáforos inteligentes pelas vias da cidade. “Estamos fazendo um levantamento dos pontos que necessitam do equipamento, que é parte dos semáforos antigos. Estamos reaproveitando o dispositivo para dar mobilidade nos lugares onde há gargalos”, disse.

Hoje, os semáforos inteligentes estão instalados nos cruzamentos das Av. Duque de Caxias com R. Marcílio Dias; Av. Bandeirantes com R. Borba Gato; Av. Leste Oeste com Av. Jorge Casoni; Av. Faria Lima com R. Prof. Joaquim de Matos Barreto; R. Humaitá com R. Ana Moreno de Melo Menezes; Av. Maringá com Rua Oakland; e Rua Eurico Hummig e Rua Ernâni Lacerda de Athayde.

ONDA VERDE

Outro assunto que acalora os ânimos dos londrinenses quando o tema é semáforo é a onda verde, que evita paradas constantes em vias de grande movimentação. Muitos motoristas reclamam do sistema, cujo funcionamento é questionado.

Pacheco assumiu dificuldade com o mecanismo, e afirmou que a CMTU está trabalhando na automatização de um sistema mais moderno. “Até o fim do primeiro semestre deste ano queremos ter isso automatizado e ajustado. Hoje fazemos isso de forma pontual, com programação, justamente porque há uma diversificação entre os controladores, que é o coração do semáforo. Eles acabam não se comunicando de forma exata, por isso há alternância. Outro fator que atrapalha é o tempo entre um cruzamento e outro. Planejamos que o motorista vá a uma velocidade constante, o que pode não acontecer”, explicou.

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