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Sercomtel precisa de R$ 30 milhões, e quem vai pagar a conta é você

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A Comissão de Justiça da Câmara de Londrina deu sinal verde para que a prefeitura adquira três empréstimos, que somados chegam a R$ 130 milhões.  O valor expressivo, e que tem chamado a atenção será investido em três frentes.

Do total do empréstimo, a bagatela de R$ 70 milhões será destinada à Sercomtel Iluminação e mais R$ 30 milhões para a Sercomtel Telecom. A telecom chegou a ser colocada à venda pela prefeitura, mas não houve interessados em comprá-la.

Muito embora seja necessário para garantir a operação da empresa, R$ 30 milhões para a Sercomtel será evaporado em pouco tempo. A empresa tem passivos que ultrapassam R$ 100 milhões e o investimento pequeno ao longos dos anos em tecnologia a tornou pouco competitiva diante de outras empresas do setor.

O presidente da companhia, Cláudio Tedeschi, disse que ainda há déficits financeiros profundos, e a Sercomtel precisa de novo reforço em caixa.

Como o empréstimo para salvá-la será feito pela prefeitura, logicamente ele também será pago pelo contribuinte através dos impostos.

Além dos R$ 30 milhões para a Sercomtel, os R$ 70 milhões destinados à Sercomtel Iluminação será para que esta acelere o processo de mudança de toda iluminação pública da cidade para LED. O aporte também é gigantesco e será gerenciado pelo presidente da empresa, Luciano Kuhl.

Segundo Kuhl, o dinheiro vai reduzir o prazo de implantação. Até agora esses custos vinham sendo cobertos por meio dos imposto pagos pela taxa de iluminação pública do município, que todo o cidadão recebe em sua conta de luz.

Ainda, mais R$ 30 milhões dos empréstimos serão aplicados em obras de pavimentação e mobilidade urbana. A cidade tem objetivos específicos, como inaugurar o viaduto da Dez de Dezembro e iniciar as obras do viaduto na Leste-Oeste com a Av. Rio Branco.

QUESTIONAMENTOS

O vereador Vilson Bittencourt questionou a Sercomtel e a prefeitura sobre a urgência dos empréstimos à companhia. Para ele, o momento exigia outras prioridades por conta da pandemia de Covid-19.

Vilson também analisa que pode haver resistência popular para que os vereadores votem contra as propostas.

O presidente da Sercomtel disse que esse projeto vem sendo formatado desde o ano passado, portanto muito antes da pandemia.

Agora, para irem a votação em plenário, a proposta precisa passar apenas pela Comissão de Finanças da Câmara Municipal.

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