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CCR arremata aeroportos do Paraná por R$ 2,1 bilhões

Grupo será novo concessionário dos aeroportos de Londrina, Curitiba e Foz do Iguaçu.

Derick Fernandes

Publicado

em

maxresdefault 1 | 24Horas
Foto: Reprodução

A Companhia de Participações em Concessões (CPC), controlada pelo Grupo CCR, arrematou os aeroportos do Paraná e os demais terminais que integram o bloco Sul no leilão que aconteceu na manhã desta quarta-feira (07) na Bolsa de Valores do Brasil (B3) em São Paulo.

A CPC ofereceu R$ 2,128 bilhões e ágio de 1.534,36% pela concessão dos aeroportos de Curitiba (Bacacheri), São José dos Pinhais (Afonso Pena), Foz do Iguaçu (Cataratas) e Londrina (José Richa) no Paraná, além dos aeroportos de Navegantes e Joinville (SC), e Pelotas, Uruguaiana e Bagé (RS).

Só em Londrina, a previsão de investimentos é de R$ 200 milhões por parte da nova concessionária.

Ao todo o leilão definiu os novos concessionários de aeroportos no Sul, Norte e Centro-Oeste do Brasil.

Para o bloco Sul, a oferta mínima para a concessão era de R$ 130,2 milhões. O pacote recebeu três ofertas

  • R$ 2,128 bi da Companhia de Participações em Concessões, com ágio de 1.534%;
  • R$ 1,050 bi, da Aena Desarollo, com ágio de 706%;
  • R$ 300 mi, da Infraestrutura Brasil Holding, com ágio de 20,1%.

BLOCO NORTE

O bloco inclui sete aeroportos: Manaus, Tabatinga e Tefé (AM), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), e Rio Branco e Cruzeiro do Sul (AC).

A oferta mínima desse bloco era de R$ 47,8 milhões e recebeu duas ofertas, sendo a vencedora a Vinci Airports, com ágio de 777,4% e investimento de R$ 420 milhões.

A outra oferta foi da Consórcio AeroBrasil, com ágio de 4,4% e lance de R$ 50 milhões.

BLOCO CENTRAL

Conta com mais seis aeroportos, sendo eles: Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís e Imperatriz (MA), Teresina (PI) e Petrolina (PE). Três empresas fizeram ofertas a partir do lance mínimo de R$ 8,1 milhões:

  • R$ 9,7 milhões, da ACI do Brasil, com ágio de 20,1%;
  • R$ 40,3 milhões, do Consórcio Central Airports, com ágio de 395%;
  • R$ 754 milhões, da Companhia de Participações em Concessões, com ágio de 9.156%.

A CPC também levou os aeroportos desse bloco.

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