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Mãe pede socorro para salvar vida de bebê internado no Hospital Universitário de Londrina

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Há quinze dias, a família de Angélica Aparecida Couto vive um drama. O bebê dela, Antenor Couto Barufo, de apenas quatro meses, está internado na UTI do Hospital Universitário de Londrina (HU) e ninguém sabe explicar ao certo o que a criança tem.

O bebê deu entrada em um pronto atendimento da região com sintomas de infecção urinária. A família disse que Antenor foi atendido por uma pediatra e medicado, mas não apresentou melhora, e ainda o quadro de saúde da criança piorou. Eles retornaram ao pronto atendimento e diante disso, o bebê foi transferido para outros hospitais, até chegar no HU de Londrina.


Em conversa com a reportagem, a mãe relatou que o bebê foi pré-diagnosticado com neuropatia após passar por uma ressonância magnética. Mas para ter certeza do quadro, é necessário que a criança passe por exames específicos e complexos para que então possa ser tratada.

Neuropatia: Doença que pode afetar o sistema nervoso central (encéfalo ou medula espinhal) ou o sistema nervoso periférico (braços e pernas) – Fonte: Pfizer / Estudo Científico.

Para que esse exame aconteça, é preciso enviar uma amostra da urina do bebê para um laboratório em São Paulo. É justamente neste ponto o problema.


Segundo a mãe, o hospital não informa prazos e nem providencia a agilidade necessária para que este exame seja feito. A demora também provoca o sofrimento no bebê. A cada dia que passa, a corre o risco de morrer pela falta do diagnóstico, e a família, em pânico, se desespera por ajuda.

“Meu bebê está morrendo. Ele precisa ser internado em um hospital de referência, precisa passar por exames para atestar a neuropatia. Tem uma enzima que ele pode tomar e melhorar, mas para isso o bebê precisa ter o diagnóstico correto, e isso está demorando”, disse.


Ainda de acordo com o relato, a criança já não se alimenta mais pela boca e necessita de uma sonda. Além disso, apresenta sonolência constante, e não bastasse isso, está inchado e com manchas roxas pelo corpo devido às perfurações para medicação.

“Ele está molinho. Já fizeram exames para ver se era meningite, e deu negativo. Ele está todo o roxo por causa das agulhas para encontrar veia. Até na cabeça ele já foi furado; O coraçãozinho está a base de adrenalina; Pra mim é muito sofrimento, eu sou mãe”, desabafa. 

O Hospital Universitário de Londrina encaminhou nota sobre o assunto.

Leia na íntegra:

Nota sobre paciente (bebê) que aguarda resultados de exames enviados para São Paulo

A administração do Hospital Universitário se solidariza e se sensibiliza com o sofrimento de todos seus pacientes e familiares. 

Informa que os dados sobre diagnósticos e quadros clínicos dos pacientes são repassados periodicamente, e exclusivamente, diretamente para os pacientes ou responsáveis, por se tratarem de dados sensíveis e de caráter privado. 

Sobre a realização de exames, informa que o hospital conta com equipe altamente qualificada e laboratórios com aparelhagem moderna para a realização de mais de 200 exames, mas que, em alguns casos, exames muitos específicos são enviados para análises em outros laboratórios, inclusive em outros estados. 

Ressalta que quando há demanda por diagnóstico complementar, geralmente solicitado para casos de doenças raras, por se tratar de contratação de serviços externos, o Hospital passa a não ter como interferir para dar celeridade nos resultados.

Por fim, salienta que todos os pacientes são assistidos, de modo ininterrupto, e com a devida prioridade, pela equipe técnica, enfermeiros, farmacêuticos, médicos, nutricionistas e equipe multiprofissional do HU, com o compromisso de fazer tudo que estiver ao alcance para realizar o diagnóstico e o tratamento, zelando pelo cuidado com a vida e a saúde. 

Com a certeza de que o paciente está plenamente assistido enquanto aguarda os resultados de exames externos.

Comunicação HU/UEL

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