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Maringá

Gaeco faz buscas no escritório do deputado Ricardo Barros, em Maringá

Deputado disse estar

Redação

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Agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ligado ao Ministério Público Estadual (MP-PR) cumpriu na manhã desta quarta-feira (16) oito mandados de busca e apreensão em escritórios em Curitiba, Maringá, Paiçandu e São Paulo.

Um dos alvos das buscas foi o escritório do deputado federal Ricardo Barros, do Partido Progressista (PP), em Maringá. Barros é líder do governo Bolsonaro na Câmara Federal.

Conforme o MP, as buscas fazem parte de investigação que apura crimes de lavagem de dinheiro e corrupção para facilitar negócios no ramo da energia eólica. O deputado federal disse estar tranquilo e colaborando com a Justiça.

Segundo a defesa de Barros, os advogados ainda aguardam acesso aos autos do processo, e por esse motivo, a contestação ainda não foi feita. Na nota, o deputado também repudiou o que chama de “ativismo político no judiciário” e lembrou que ele é relator da lei de Abuso de Autoridade.

As ordens judiciais foram expedidas pela 12ª Vara Criminal de Curitiba. Além do escritório do deputado, também são cumpridos outros mandados em um escritório de contabilidade e em outros três endereços comerciais (onde funcionam quatro empresas), além de quatro imóveis residenciais.

INVESTIGAÇÃO

A investigação teve início a partir de documentos levantados junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) em novembro do ano passado. Um desses documentos tem a íntegra de uma delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato, em fatos ocorridos entre o final de 2011 e 2014.

O deputado federal Ricardo Barros, além de atual líder do governo em Brasília, também foi ministro da Saúde de 2016 a 2018 durante o governo de Michel Temer (MDB).

VEJA A NOTA NA ÍNTEGRA

“O deputado Ricardo Barros está tranquilo e em total colaboração com as investigações. O parlamentar reafirma a sua conduta ilibada e informa que solicitou acesso aos autos do processo para poder prestar mais esclarecimentos à sociedade e iniciar sua defesa. Ricardo Barros, relator da Lei de Abuso de Autoridade, repudia o ativismo político do judiciário”.

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