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Paraná vai ficar um ano sem cobrança de pedágio nas rodovias

Governo garante que serviço de socorro médico e mecânico não serão afetados.

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A partir de 28 de novembro, as cancelas de pedágio de todas as rodovias do estado serão abertas por cerca de um ano. Isso vai acontecer pelo fato de o Governo Federal ter adiado o cronograma de assinatura dos novos contratos de concessão das estradas do anel de integração do Paraná.

Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), os novos contratos seriam assinados no segundo trimestre de 2022, no entanto, com o adiamento as assinaturas só serão formalizadas entre o quarto e o último trimestre do ano que vem.

Até lá os motoristas ficarão livres da cobrança do pedágio, que chegam a passar de R$ 25 no caso de um carro de passeio.

Os contratos atuais firmados pelo ex-governador Jaime Lerner em 1997 vencem no final deste mês. Desta forma, assim que eles expirarem as cancelas serão abertas, conforme assegurou o governador Ratinho Junior (PSD).

MANUTENÇÃO

O Departamento de Estradas e Rodagem (DER-PR) abriu processo para contratar empresas responsáveis pela manutenção nos mais de 700 quilômetros de rodovias estaduais que compõem o anel de integração. Trabalhos de reparos, frisagem e sinalização serão feitos pelas empresas que ganharem o processo licitatório.

O DNIT, por sua vez, cuidará de 1,8 mil quilômetros de rodovias federais e também abriu procedimento para contratação de empresas para o serviço.

O prazo do contrato é de dois anos, visto que há possibilidade de o governo ainda adiar o processo de contratação das novas pedageiras mais uma vez. Um levantamento estimou que 87% das rodovias do Paraná apresentam boas condições.

SOCORRO MÉDICO E MECÂNICO

No entanto, uma estrutura de 40 ambulâncias e 54 guinchos deixaram de operar. O impacto dos atendimentos deve ser absorvido pela Polícia Militar (PM) e pelo Corpo de Bombeiros, que devem ocupar os postos de atendimento nas rodovias.

O Governo do Paraná ainda não informou como será disponibilizada a infraestrutura necessária e se as corporações contam com esse efetivo de viaturas disponíveis, sem que haja o desfalque no atendimento em perímetro urbano.

A média de atendimento nas rodovias pedagiadas do Paraná é de 1340,4 por mês. A maioria desses atendimentos são de vítimas de acidente. As informações, publicadas pela Gazeta do Povo, também dão conta que 12.064 pessoas foram socorridas e 91.163 veículos danificados removidos das rodovias de janeiro até agora.

Em média, o Bombeiros e a PM absorverão 44 atendimentos médicos e 337 socorros mecânicos diários.

O governador Ratinho Junior afirmou que o estado firmará um convênio para abranger esses serviços junto com o Governo Federal, especificamente com o DNIT, já que as rodovias federais compõe a maior parte do Anel de Integração.

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