Alan Borges é condenado a 33 anos de prisão pelo assassinato de Sandra Curti em Londrina

Assassino teve pena máxima e deve ficar preso até 2054.

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Em uma sessão que durou mais de 14 horas, o açougueiro Alan Borges, de 40 anos, foi sentenciado a 33 anos e 4 meses de prisão pelo assassinato da ex-mulher Sandra Mara Curti, 43, em um crime registrado em 06 de julho 2020 na casa onde ela morava com os dois filhos no bairro Cervejaria, zona leste de Londrina.

Alan foi julgado pelo Tribunal do Júri, que considerou ele culpado pelo crime de homicídio qualificado, com agravante de motivo torpe e sem dar chances de defesa para a vítima, além de feminicídio.

Sandra foi assassinada com 22 facadas na frente dos filhos do casal de 12 e 8 anos. A frieza de Alan Borges e a crueldade do crime também pesaram para a condenação.

De acordo com os autos, o açougueiro foi até a casa de Sandra Curti naquela tarde, logo depois de sair do açougue em que trabalhava. O casal havia se separado há pouco mais de um mês, e Alan não aceitava o fim do relacionamento. Ele também desconfiava que ela estaria conversando com outros homens.

O assassino levou uma faca do açougue com ele, premeditando o crime. Já na casa de Sandra, ele discutiu com ela e a matou friamente na frente dos filhos, que correram para pedir ajuda dos vizinhos. A mulher chegou a ser levada ao hospital, mas não resistiu.

O portão da casa de Sandra estava aberto e o homem aproveitou para entrar no momento que uma equipe de telefonia fazia manutenção técnica no endereço. A faca usada no crime segundo a perícia tem 13 centímetros.

Foto: Colaboração

Desde o crime, Alan Borges foi preso preventivamente e aguardava o julgamento. A defesa dele argumentou que o homem estava sob “forte emoção” quando cometeu o assassinato, e que Sandra Curti teria o “provocado”. Durante o julgamento, a defesa tentou argumentar e exibiu conversas de celular entre os dois.

A tentativa era de reduzir a pena, pedida pelo Ministério Público em 33 anos de prisão. As tentativas no entanto foram em vão, já que do Tribunal, Alan Borges seguiu direto para a Penitenciária Estadual de Londrina (PEL), onde deve permanecer preso pelas próximas três décadas (até 2054), pagando pelo crime cometido.

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