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Suspeito de planejar atentado terrorista com o Estado Islâmico é preso em Maringá

Homem manifestava intenção de consumar ataque suicida no Brasil.

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A Polícia Federal prendeu em Maringá um homem suspeito de planejar ataques terroristas junto ao Estado Islâmico em território brasileiro. A prisão aconteceu no âmbito da Operação Trastejo, que investiga possíveis atos preparatórios de terrorismo.

Segundo a PF, as investigações indicam o recrutamento de jovens por meio da internet, que por sua vez passam a assumir uma visão religiosa extremista e violenta, com potencial para provocar atos definidos em lei como terrorismo.

Foram expedidos mandados de prisão temporária além de busca e apreensão. Os mandados foram expedidos pela Seção Judiciária de Maringá. Na operação a PF apreendeu uma espingarda calibre 32 e vários simulacros de arma, inclusive um de fuzil AK 47.

ESTADO ISLÂMICO

A PF também apurou que o rapaz preso mantinha contato com radicais do Estado Islâmico e tinha intenção de viajar a outros países do Oriente Médio, como o Iraque, para se incorporar oficialmente a organizações terroristas.

Além disso, a investigação também captou vídeos em que o suspeito aparecia encapuzado, exibindo armas, munição, rádio comunicador e cédulas de dólares americanos, proferindo conteúdo extremista e manifestando o desejo de executar mortes em uma ação suicida.

O preso já tem histórico criminal, incluindo a posse de entorpecente, passagem por homicídio qualificado e condenação por posse irregular de arma de fogo.

O suspeito, além disso, tem treinamento para o manuseio e o emprego de armas, além de motivação radical religiosa. Para a PF ele poderia desencadear um ataque terrorista a qualquer momento.

Conforme previsão da Lei de Enfrentamento ao Terrorismo sobre a prática de atos preparatórios ao terrorismo com o propósito inequívoco de consumar tal delito (art. 5º, caput, da Lei n. 13.260/2016), a Polícia Federal desencadeou a operação de hoje. As penas previstas na lei chegam a 30 anos de reclusão.

Como o investigado divulgava ser professor de música por meio das redes sociais, o nome da operação é uma referência a um defeito no braço do instrumento de corda que provoca problemas na emissão do som.

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