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Política

Delegado Rubens Recalcatti morre vítima de infarto fulminante em Curitiba

Morte repentina de Recalcatti surpreendeu amigos e autoridades.

Derick Fernandes

Publicado

em

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Foto: Arquivo

Morreu na noite de sexta-feira (09) aos 72 anos o deputado estadual delegado Rubens Recalcatti (PSD) vítima de um infarto fulminante. A informação foi confirmada pela filha dele, Heloísa Recalcatti, através das redes sociais.

“Meu pai acaba de falecer, estou ao lado dele. Não tenho palavras, estou em choque. Foi de um infarto fulminante, aos 72 anos”, escreveu.

A notícia sobre a morte de Recalcatti surpreendeu a todos. O governador Ratinho Junior (PSD) decretou luto oficial no estado durante três dias por conta do falecimento do parlamentar e policial civil, instituição em que atuou durante toda a sua vida.

O delegado Recalcatti, que ficou conhecido como “Xerife”, maneira carinhosa referida a ele pelos programas policiais na TV de Curitiba, dedicou um longo período às atividades de segurança pública. Ele já foi delegado-chefe da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) na capital, e também comandou a Delegacia de Furtos e Roubos (DFR).

Foi eleito deputado estadual pela primeira vez em 2018. Mas antes disso já ocupava uma cadeira na Assembleia Legislativa com a eleição de Chico Brasileiro para a prefeitura de Foz do Iguaçu em 2017. Nas eleições de 2014 ele ficou como suplente de Chico.

CONSTERNAÇÃO

Ainda na tarde de sexta-feira Rubens Recalcatti fez uma publicação nas redes sociais lamentando a morte do policial civil Valmir do Carmo Silva, lotado na delegacia de Piraquara (RMC), vítima da Covid-19. “Um vírus invisível a olho nu causando um estrago mundial. Minhas condolências aos amigos e familiares nesse momento de muita tristeza. Que Deus conforte a todos”, escreveu o delegado, que morreu por volta das 21h.

Heloísa Recalcatti, que noticiou a morte do pai no Facebook, escreveu que ele havia tido um infarto fulminante, e que ela o acompanhava naquele momento. Rapidamente, as reações vieram de todos os lados.

Autoridades, políticos e outros policiais civis lamentaram a morte precoce e repentina do policial. A própria Assembleia Legislativa do Paraná reagiu imediatamente e publicou uma nota oficial comunicando a suspensão dos trabalhos por três dias.

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