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Protesto do MBL contra Bolsonaro fracassa nas principais cidades

Não houve grande mobilização em Brasília, BH e Rio de Janeiro.

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Depois de prometer atos gigantescos pelo impeachment de Bolsonaro, e ter adesão inédita de movimentos e centrais sindicais inéditas, o protesto do Movimento Brasil Livre (MBL) contra o presidente se tornou um fiasco total.

O movimento liderado pelo deputado federal paulista Kim Kataguiri (DEM-SP) não conseguiu a adesão esperada, e se tornou alvo de piadas por parte da militância bolsonarista mais ferrenha.

Isso porque, mesmo com apoio de cinco das seis principais centrais sindicais do país, o ato não conseguiu levar uma multidão esperada às ruas pelo impeachment do presidente.

Apenas a Central Única dos Trabalhadores (CUT) ligada ao PT não aderiu ao movimento. o PT também não participou com sua militância.

Mobilização em São Paulo se concentra próximo ao MASP – Foto: Reprodução / Twitter

Em Salvador, capital da Bahia, cerca de 60 pessoas protestaram no farol da barra, enquanto que no Rio de Janeiro o ato não conseguiu lotar o posto 5 da praia de Copacabana, onde no dia 07 uma multidão se mobilizou – desta vez a favor do presidente.

Na capital federal, Brasília, pouquíssima adesão. O Eixo Monumental estava vazio pela manhã, e só se viam algumas poucas pessoas com bandeiras do Brasil e várias viaturas da Polícia Militar do Distrito Federal.

Em Belo Horizonte, a adesão ao ato foi um pouco maior com manifestantes lotando a Praça da Liberdade, na Savassi. Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) haviam cerca de 3 mil pessoas no ato – o dado pode ser revisado mais tarde.

Manifestação em Belo Horizonte / MG – Foto: Reprodução / Twitter

Já em São Paulo, símbolo dos protestos pró e contra o governo, a Avenida Paulista registrou intensa movimentação, mas não chegou a ficar lotada em todas as quadras. O ato se resume a uma concentração de pessoas com camisetas anti-Bolsonaro e anti-Lula no vão do Masp, e ocupa ao menos cinco quadras das 15 da avenida.

A expectativa é que o número de pessoas aumente ao longo da tarde e o protesto termine com adesão maior do que a observada por volta das 14h.

Ciro Gomes no protesto contra Bolsonaro em São Paulo – Foto: Reprodução / Twitter

O pedetista Ciro Gomes, que aderiu o ato e busca ser uma terceira via nas eleições presidenciais, disse em sua conta no Twitter que faria um discurso na Paulista. Além dele, o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), também disse que se faria presente no ato.

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