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“Ainda não é o momento”, diz Belinati sobre volta das aulas presenciais

O prefeito de Londrina Marcelo Belinati (PP) disse que ainda não é seguro autorizar o retorno das aulas presenciais em escolas públicas e particulares de Londrina. A declaração foi feita na noite deste domingo (24) em uma transmissão pelas redes sociais.

Segundo o prefeito, não existem dados médicos suficientes que chancelem a abertura das escolas. “Isso é colocar em risco a segurança de uma cidade inteira. Não dá”, afirmou categoricamente, indicando que a cidade continuará com as aulas presenciais suspensas.

Na semana passada, Belinati foi alvo de protestos de professores e pais de alunos de escolas particulares, que chegaram a acampar em frente à prefeitura pedindo uma data para o retorno das aulas presenciais. A categoria diz que precisa trabalhar, e as escolas por sua vez ameaçam demissões. Apesar da pressão, Belinati não cedeu os pedidos para autorizar o retorno.

Ele ainda foi contra o governador do Paraná, Ratinho Junior, que autorizou para fevereiro o retorno presencial no estado, e editou um decreto municipal mantendo suspensas as atividades das instituições de ensino.

Apesar da polêmica, o prefeito de Londrina declarou que a cidade investiu pesado para preparar as escolas para um retorno breve. Belinati afirmou que acredita na vacina para que a cidade retorne gradualmente à normalidade de antes da pandemia, mas que o caminho é longo até que parte considerável da população esteja vacinada contra a Covid-19.

VACINAÇÃO

O secretário de Saúde Felippe Machado também participou da live, e informou que a campanha de vacinação continua na cidade. A meta na primeira fase é vacinar 23 mil pessoas. A expectativa é que até junho, as quatro primeiras fases sejam concluídas.

Neste domingo a cidade recebeu mais 6,4 mil doses da vacina de Oxford para continuar a imunização do grupo 1, que compreende os profissionais de saúde e os idosos em asilos, bem como os funcionários dessas instituições.

Os professores estão no grupo 4, que compreende ainda os funcionários das forças de segurança, como Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.

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